Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Letting you go

 

A noite estava calma e quente, quando chegaste ao pé de mim. No céu viam-se as estrelas e a lua perfeitamente definidas. Não existiam nuvens, nem tempo limitado. Éramos só tu e eu, NÓS!
Vi-te pedir para te sentares ao meu lado; senti os teus olhos a invadir os meus, não para lhes exigir o que quer que fosse, não para nos magoar, nunca com um objectivo programado. Apenas olhar devagar, com tempo, porque o mundo pode ser conquistado por um olhar. Senti a conversa florescer, aos poucos, sem que assunto faltasse, os sorrisos, a tua voz calma e segura.
 Senti-me a gostar mais do que devia de te ter ali comigo, senti-te perto, sem que eu pudesse ter controlo, no que dizia e no que demonstrava, simplesmente fluía.  
Tínhamo-nos instalado num baloiço envelhecido, preso ao tronco de uma arvore cujo tempo já não conta a idade. Baloiço coberto de eras e pequenas flores brancas, qual balancé de conto de fadas.
Juntos, vimos ir e vir estrelas cadentes, e pedimos os nossos desejos; na terra vimos o tempo parar, só para nos contemplar. Avistamos a água do lago a roubar a luz da lua, e um barco pequeno, antigo e frágil, dormitar sobre as águas do lago. E lado a lado, admiramos o mundo encantado que até hoje não nos tinha saltado a vista, um mundo que embora estivesse sempre lá, nunca nos tinha conquistado desta forma.
Não era a primeira vez, que as tuas palavras se haviam sumido nas minhas, não era a primeira vez que te via, e nem foi aquela noite que marcou o dia em que te conheci. Esse já ia longe na história do tempo, esse dia não quis por força o tempo parar.
Vai já distante o tempo em que brincávamos lado a lado, quais crianças adultas, tão perto de um mundo encantado. Já vai longínquo, o dia em que senti pela primeira vez o teu abraço, a primeira vez que viste o meu sorriso, a primeira vez que te vi. Contudo era a primeira vez que te via em tão longo tempo. Era a primeira vez que o meu corpo não resistia ao teu abraço, e levemente deixou-se apoiar sobre ele. Ao olhar teus olhos, vi um sorriso compreensivo, não de quem tinha aquilo programado, apenas de alguém que tal como eu se tinha deixado fluir.
Então, levemente deixei-me engolir no teu abraço, e aos poucos fui sentindo meus olhos se fechando, e qual criança embalada adormeci sobre o calor das nossas mãos dadas.

 

ALO!

pois é malta aqui está o inicio da tao esprada história... esta é a primeira parte da mesma, e espero poder contar com a vossa opinão !

até a proxima parte..

 

guigas...

sinto-me: inspirada
música: Craig David - Unbelievable

mE

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